Irmãs Missionárias Capuchinhas participam da Assembleia Formativa d CRB Regional do Ceará
As Irmã Missionárias Capuchinhas, Irmãs Francinete Amorim, Vice Geral , Irmã Josefa Vasconcelos Conselheira, Irmã Lúcia Silva, secretária da CRB do Regional, Irmã Verônica Moura, Irmã Maria do Carmo (assessora executiva) Irmã Maria Luziane e Irmã Goretti e Irmã angelita Rocha, participaram Assembleia Formativa da CRB do Regional Nordeste 01 – Ceará, realizada nos dias 16 e 17 de agosto, com a presença de aproximadamente 140 Religiosos/as de 50 Congregações, Ordens e Institutos Religiosos. O evento aconteceu no Colégio Nossa Senhora Auxiliadora em Fortaleza-CE, com o tema: Vida Religiosa Consagrada: Sentinela de Esperança em Tempos de Travessia, assessorado por Irmã Zuleica Aparecida Silvano da Congregação das Irmãs Paulinas e participação de Dom Gregório Paixão, Arcebispo da Arquidiocese de Fortaleza-CE. As irmãs tiveram participação na animação, Liturgia e secretaria. Em clima de alegria e esperança, durante a assembleia houve a abertura do ano Jubilar dos 70 Anos de CRB no Ceará. A Abertura com lançamento do Hino, Estandarte e apresentação da programação durante o ano comemorativo que se inicia neste mês de agosto a junho de 2026. O tema da assembleia apresentado pela assessora Irmã Zuleica Paulina apresenta a reflexão: “Nicodemos como ícone da Vida Religiosa. Amarás a Deus com toda sua força (poder aquisitivo)Jo 19,39, para sepultar Jesus durante o dia. Quantidade significativa de perfume. Passa das trevas para a luz; 4)Ele aceita Jesus e sabe que ele não somente veio da parte de Deus, mas sua origem é divina. Ele é o Filho de Deus. Assim, ele se torna sentinela da esperança no sentido de antecipar a aurora. Ele está diante do corpo sem vida de Jesus, um corpo completamente entregue, um corpo totalmente exposto, vulnerável, frágil… mas, pela quantidade de especiarias aromatizadas, vê em Jesus um rei e anuncia a sua ressurreição. Nicodemos e José de Arimateia são parteiros do novo, da esperança. Compreende o que significa ir além dos sinais e preparam a “hora” do nascer de novo, do alto, da ressurreição, não mais sozinho, na calada da noite, mas com José de Arimateia que também terá que fazer seu caminho de não ser mais discípulos às escondidas. Bem, não existe discípulos/as às escondidas, todo discípulo deve tornar-se missionário, falar da Boa Nova do Reino abertamente, ousadamente (PARRESIA). Porém, nessa cena já existe um NÓS, no processo de Nicodemos! Nicodemos, assim, é a sentinela da esperança, aberto para um vindouro, para um porvir, acreditando na esperança da manifestação do Reino diante do corpo morto de Jesus, é aquele que acredita, espera, crê na realidade, pois já é capaz de olhar a morte e perceber o desvelar da vida, olhar a morte e ver uma realidade prenhe de futuro. Somente na esperança estamos a caminho. Pois, ter esperança significa olhar longe, olhar para o futuro. A esperança representa sempre um movimento de busca, por isso ela avança no não trilhado, no aberto, no que ainda não é, indo além do que já existente. A esperança é grávida do imprevisível, no inusitado! A esperança é aquela que desbrava caminhos NOVOS. Por isso, ser sentinela da esperança em tempo de travessia é renascer da água e do Espírito. É assumir o mistério pascal, a kénosis, o sinodal como estilo de vida! Confiando no imenso amor de Deus! Porém, é necessário contar com o incalculável, com o novo, com as possibilidades contra toda probabilidade. A Assessora concluiu sua fala com esta frase: “Com a esperança contra toda esperança! Com um Deus que nos salva, nos liberta a partir da total impotência. Essa é a lógica de Deus” (1Cor 1,26). Dia 17, Houve a participação de Dom Gregório Paixão, com o tema:“Que travessias deve realizar a VRC no hoje da história?”. Com muita sabedoria e iluminação, deu início, pedindo reserva de transmissão em redes sociais, por ser uma reflexão exclusiva para o momento com religiosos/as. Iniciou fazendo memória histórica do início da evangelização em terras litorânea com personagens que desenvolveram missão significativa com desafios e superações na doação e entrega; enfatizou a importância da Vida Religiosa Consagrada e importância seus carismas que são proféticos nas diversidades e que jamais poderão desaparecer. Realizou algumas provocações reforçando a importância de a VRC ser provocada e colocando-se à aberto para provocações, acreditando ser momentos de crescimento e avanço na vida e missão. Apresentou desafios da Vida Religiosa quanto à vivência das orientações dos documentos da Igreja…” O Encerramento com a Celebração Eucarística presidida por Dom Gregório Paixão e com o lançamento do Jubileu e envio de Irmã Maria do Disterro Rocha Presidente da CRB Nacional e acolhida de Frei Tailer Douglas Ferreira, (Agostiniano), para a coordenação da CRB Regional e a equipe da coordenação com a participação de Irmã Lúcia Silva, Missionária Capuchinha, assumindo a secretaria do Regional. Por tudo rendemos graças ao Senhor.





