Irmãs Missionárias Capuchinhas participam do CAPITULO DAS ESTEIRAS “De Assis a Canindé um caminho de FÉ”

A Congregação das Irmãs Missionárias Capuchinhas representada por Irmã Maria das Neves Martins Franco, Superiora Geral, e 8 irmãs, brasileiras e moçambicanas, participaram com muita alegria do Capítulo das Esteiras, realizado em Canindé de 21 a 23 do corrente mês com aproximadamente 900 pessoas franciscanas  de 17 Regionais do Brasil. As três Ordens Franciscanas estiveram presentes: a primeira, OFM, OFMCap, OFMCov; segunda Ordem Feminina das IRMÃS CLARISSAS e Terceira ORDEM: TOR, com os ramos, OFS, JUFRA, por Leigos e Religiosos/as Consagrados/as, Sacerdotes, Bispos e o Cardeal Franciscano, Dom Leonardo Ulrich Steiner. Canindé,  terra marcada pela devoção a São Francisco das Chagas, acolheu com profunda alegria os franciscanos e franciscanas vindos de todo o Brasil para celebrar o Capítulo das Esteiras. Este em homenagem ao Oitavo Centenário Franciscano, de 1223-1226, um caminho de cinco anos onde foi recordado e celebrado pelos franciscanos no Brasil e no mundo, momentos decisivos da vida e da espiritualidade do Pobrezinho de Assis, iniciando com 800 anos da Regra Bulada (1223), quando Francisco entregou à Igreja uma forma de vida a partir do Evangelho, confirmada pelo Papa, como caminho vivo de seguimento radical de Cristo pobre e crucificado;  800 anos do Presépio de Greccio (1223), quando, Francisco contemplou o Mistério da Encarnação e ensinou ao mundo que Deus se faz pequeno, próximo, pobre. O presépio é escola de simplicidade, ternura e encarnação. Memória dos Estigmas no Monte Alverne (1224), quando, no silêncio do Monte Alverne, Francisco recebeu no próprio corpo as chagas de Cristo. Ali compreendemos que amar é configurar-se ao Crucificado. Celebramos os 800 anos do Cântico das Criaturas (1225), poema nascido na dor e na quase cegueira, mas transbordante de luz. Francisco nos ensina a louvar o Altíssimo por todas as criaturas, reconhecendo-nos irmãos do sol, da lua, da água, da terra irmãos de toda a criação. E caminhamos para 2026, quando celebraremos os 800 anos da Páscoa de São Francisco (1226), sua passagem definitiva para o Pai. Sua morte foi um cântico final de confiança, de entrega e de perfeita alegria. Durante os três dias, foram vivenciados momentos fortes de oração, Celebrações Eucarísticas, via-sacra, caminhada em romaria da Igreja Matriz à estátua de Francisco com paradas, cantos e reflexões, celebração do Transito, apresentação de coreografias, momentos de confraternização e muita sintonia da equipe de trabalho e organização. Por tudo agradecemos muito ao Senhor da Vida e ao Pobrezinho de Assis que nos ensinou um modo de servir melhor o Cristo, pobre, humilde e crucificado

.

.